Do outro lado do mundo 

Os povos indígenas na Europa, Ásia e África.

Música dos povos: Sami, Maori, Ainu, Wagogo, Kanaki e Aga.

Data: | Foto: Helio Nobrei

Educação indígena

“Os brancos desenham suas palavras porque seu pensamento é cheio de esquecimento.”

Dessa forma, o grande líder do povo Yanomami, Davi Kopenawa, fala da importância da educação das crianças de seu povo. Para os Yanomami, como para a grande maioria dos povos indígenas, a transmissão do conhecimento milenar se dá no dia a dia, na convivência entre as pessoas da aldeia, na experiência com a natureza, nas cerimônias e nos rituais, no contato com o mundo espiritual.

Essa é a grande escola da vida que prepara os homens e mulheres que vão dar continuidade à tradição milenar de seu povo.

Desde quando os povos indígenas lidam com a educação formal?  Como o Estado e as aldeias encaram as escolas indígenas?

Se já é difícil para o estado cuidar da educação para a população brasileira que fala uma mesma língua e vive de forma mais ou menos parecida, imagine o que é lidar com a diversidade de mais de 230 etnias, mais de 180 idiomas e realidades e expectativas tão distantes como a de povos que vivem na cidade de São Paulo como os Guarani e os Pankararu ou o povo Matis, no interior do Amazonas, que tem contato recente com a sociedade nacional!

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Elizeu Kaiowá

Elizeu é um importante líder do Povo Guarani Kaiowá. Em sua luta pelos direitos de seu povo, ele foi processado pelos fazendeiros, ameaçado de morte, escapou de tiros em algumas emboscadas e não pode voltar a aldeia, onde deixou sua família.

Elizeu fala da questão da terra no Mato Grosso do Sul e da luta de seu povo.

No programa, músicas do povo Kaiowá.

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Escolas Guarani

Neste programa trazemos entrevistas com professores das escolas Estaduais que funcionam nas aldeias Guarani do Krukutu, Tenondé Porã e Jaraguá. Osmar, Olívio e Márcia falam sobre a realidade dessas escolas, o currículo, a questão do idioma materno e do uso do português, sobre o perfil e as expectativas dos alunos e sobre as dificuldades em relação à burocracia e à sociedade brasileira que não conhece e não respeita a diversidade cultural.

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História Bororo

“Bacurau sobre pro céu” é uma história tradicional do povo Bororo, que vive no sudoeste do Estado do Mato Grosso em várias terras indígenas demarcadas. Essa história foi narrada por um sábio muito importante do povo Bororo chamado Kanajó e editada e ilustrada por Ciça Fitipaldi na década de 80, dentro da coleção Morená, da Editora Melhoramentos.

Cristiana Ceschi narra a história, iluminada pela música do povo Bororo.

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História do Wapté e a Estrela

Uma das propostas do projeto Aldeias Sonoras é trazer, alem de informações, entrevistas e depoimentos de pessoas indígenas, um pouco das histórias e das narrativas tradicionais desses povos.

Para começar nossa viagem pelas histórias indígenas trazemos a história do Wapté e da Estrela.

Esta é uma história tradicional do povo Xavante que relata a aventura de um jovem que se apaixona por uma estrela e sobe para o céu onde vai viver com sua amada. A narração é de Cristiana Ceschi e a história está publicada no livro Wamrémê Za’ra – Nossa Palavra, Mito e História do Povo Xavante (editora Senac SP/ 1998)

No programa, música do povo Xavante.

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História dos criadores

A História dos Wapté Criadores é um dos mitos do povo Xavante, narrados pelos anciãos da aldeia Pimentel Barbosa e publicados no livro “Wamrémê Za’ra – Nossa Palavra, mito e história do povo Xavante”, pela Editora Senac SP. Trazemos aqui este mito, adaptado e narrado por Cristiana Ceschi.

 

No programa, músicas do povo Xavante

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História Guarani

Uma História Guarani é o título do livro escrito e ilustrado pela escritora uruguaia Alicia Baladan, e editado pela SM,  que o programa Aldeias Sonoras traz na voz de Cristiana Ceschi. Neste relato, um jovem sai pela floresta em busca de uma teia de aranha perfeita para presentear a sua amada e enfrenta perigos e obstáculos que quase o deixam perdido para sempre.

 

No programa, cantos e flautas do povo Guarani

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ALDEIAS SONORAS

HISTÓRIA

Aldeias Sonoras é uma série radiofônica com programas de 10 minutos de duração, abrindo espaço para que os povos indígenas se apresentem, com sua voz, pensamento, história, narrativas e músicas.

Aldeias Sonoras é um mergulho num tempo imemorial, no ritual que transforma, na poesia das narrativas tradicionais, no humor, na arquitetura, nos adornos, na música e nas cerimônias.

Os programas têm formatos e temas variados. Trazem informações sobre a localização e o cotidiano das aldeias, a história de contato com os “brancos”, as formas de manter a saúde do corpo e do espírito, a educação formal e as novas tecnologias nas aldeias, a relação com a floresta e os rios, a convivência com as cidades que avançam sobre os territórios tradicionais, a culinária, os mitos.

Os primeiros 36 programas, realizados com o Prêmio novos programas,  produzidos em 2012, têm o patrocínio da NET Educação com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2011.

São 40 programas com conteúdo novo, informações atuais, entrevistas e depoimentos de importantes lideranças tradicionais das aldeias, de jovens indígenas que estão a frente de projetos inovadores, de estudantes universitários, revelando a luta pela manutenção das tradições e para a conquista de espaços e direitos.

A música tradicional está presente em todos os programas, trazendo a diversidade cultural dos povos indígenas de nosso país e de outros cantos do mundo, a complexidade de harmonias, melodias, instrumentos e cantos que alegram as cerimônias e fazem a comunicação com os espíritos.

E muitas histórias! Narrativas e mitos contados de um jeito especial pela atriz Cristiana Ceschi.

REALIZAÇÃO

O projeto é uma realização da Ikore, dentro de sua proposta de valorização, divulgação e promoção da cultura indígena de nosso país.

O projeto Aldeias Sonoras teve início em 2010, como um dos selecionados pelo Prêmio Roquette-Pinto de incentivo à produção radiofônica, promovido pela Associação das Emissoras de Rádios Públicas do Brasil – ARPUB, com Patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo do Ministério da Cultura.

Agora o projeto retorna para mais um ano de programas com conteúdo totalmente novo e o patrocínio do portal NET Educação.

Sobre o NET Educação

O Portal NET Educação (www.neteducacao.com.br) é um programa de responsabilidade social de acesso livre e gratuito, que tem como objetivo contribuir com a educação brasileira, por meio do incentivo à utilização das novas mídias na sala de aula, nos relacionamentos familiares e também na educação não formal.

Criado em 2004, foi premiado pela Unesco como a melhor iniciativa empresarial na categoria “Comunicação e Informação”. Em 2009, foi reformulado para atender não só professores, mas também a comunidade escolar, os alunos e os familiares. Em 2011, o Portal recebeu um investimento de R$1 milhão e passou a contar com novo layout e diversas melhorias, com foco na troca de conhecimento, aumento da interatividade e integração às redes sociais.

Realização: Ikorē
Patrocínio: NET EDUCAÇÃO, com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2011
Direção: Angela Pappiani
Produção e Pesquisa: Maíra Pappiani Lacerda
Administração: Inimá Krenak

ALDEIAS SONORAS

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